CONTATO:

Tel: (19) 9 9924-8999 

Email: colcidme@gmail.com

CNPJ: 31.751.087/0001-62

Campinas - SP

1/26

Fotos de André Barone

CAMPINAS

27   /   10   /   2018

Iniciamos nossa jornada com o encontro de todos os participantes no centro de Campinas, no Palácio dos Azulejos, atual sede do Museu da Imagem e do Som (MIS), rua Regente Feijó, 859. Construído com técnica mista de taipa de pilão e tijolos, revestido com azulejos portugueses em seu exterior e decorado com afrescos, mármores e metais importados de centros europeus em seu interior, o Palácio dos Azulejos serviu como residência da família de Joaquim Ferreira Penteado, o Barão de Itatiba, de 1878 (ano de sua fundação) até 1908, quando foi cedido à Prefeitura Municipal de Campinas, funcionando como Paço Municipal e Fórum Municipal até 1968. Típico solar urbano das famílias proprietárias de cafezais, após estar sob responsabilidade da SANASA, na década de 1990 passou a abrigar o Museu da Imagem e do Som (MIS), criado em 1975. O Palácio dos Azulejos completou em 2018 exatamente 140 anos.


Visitamos a memória audiovisual do MIS, sobretudo parte de seu acervo referente ao ciclo campineiro de cinema (início do século XX), e a emergência e consolidação dos modernos meios de comunicação: fotografia, rádio e televisão.


Após pausa para o almoço, nos deslocamos a pé ao Palácio dos Jequitibás, edifício de concreto armado construído no segundo mandato do prefeito Ruy Hellmeister Novaes, obra dos arquitetos Rubens Gouveia Carneiro Viana e Ricardo Sievers, terminado porém não oficialmente inaugurado em 28 de outubro de 1968, substituindo a antiga sede da Prefeitura Municipal de Campinas do Palácio dos Azulejos. O Palácio dos Jequitibás completou exatamente seus 50 anos no domingo, dia seguinte ao passeio cultural proposto.


Nos detemos em um anexo do edifício, o Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” (MACC), fundado em 1965 e instalado no local atual em 1976, sob a Biblioteca Municipal "Ernesto Manoel Zink". Não visitamos seu acervo permanente. 


Com a gentil colaboração do artista plástico Ernesto Bonato percorremos com ele sua exposição de retratos e desenhos intitulada “O Olho e o Rio”, que terminaou no dia do passeio. ​